Capítulo 14
Sogetsu: Vou dar um jeito nisso.
Tank: Com certeza! Mas não pense que isso limpa sua ficha. As investigações contra você irão continuar, e estou encarregado disso pessoalmente.
Sogetsu: Disso não duvido, mas como eu disse, você é um moderador como eu, se sou suspeito, saiba que isso pode ser uma questão de tempo até que a situação se inverta e Parforte veja que você é tão suspeito quanto. O laboratório fica em sua jurisdição e os soldados do laboratório, em minha ausência, recebem ordens de você. Nada imediria que você instalasse algo que pudesse ler minha senha no aparelho de leitura da senha, ou qualquer coisa do tipo. (Sogetsu sorriu maliciosamente) Parforte deve estar certo. Talvez haja mesmo alguém ‘grande’, de dentro da nossa organização, por trás dos ataques terroristas. (Sogetsu tentou imitar a aparência física forte e grande de Tank ao dizer isso). Talvez seja realmente um Moderador.
Tank fechou sua expressão. Sogetsu saltou do navio e ficou parado sobre a superfície da água como se estivesse em terra firme.
Sogetsu: Talvez demore um pouco, mas vou levá-las todas novamente para o laboratório.
Tank: As ordens são para destruir. Leve apenas uma para o laboratório.
Sogetsu não gostou da idéia, mas sorriu em seguida: Então vai demorar menos.
Na segunda jurisdição:
DUD desce de um carro em frente a uma enorme construção inteira pintada como um quadro abstracionista. A moderadora Elba, com toda sua pequena altura, estava encostada à beira da enorme porta, que faz com que ela pareça menor ainda. No alto de sua cabeça se pendura um coque muito bem feito e alto, onde mechas de seu enorme cabelo cacheado caem em cascata por alguns lados do coque. Ela estava com uma prancheta eletrônica na mão. DUD segue em direção a ela.
DUD: Elba.
Elba: Moderador DUD.
DUD: Porque me chamaram?
Elba: Gostaria que você me acompanhasse até a delegacia.
DUD: Poderia ter me avisado, eu teria ido direto pra lá no meu carro.
Elba: Sem problemas, vamos com minha limusine.
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